Pensar nas coisas que influenciam seus pensamentos e atitudes é algo que deve ser feito com calma e constantemente.
Eu não quero ser igual a outra pessoa, sempre que me observo noto semelhanças e diferenças, mas no fundo, é o mix que me permite ser o que somente eu sou.
Quem eu sou é sim o produto resultante de todas as experiências que vivi até aqui, desde quando era criança e me vestia de batman para brincar, até a meia hora atrás, quando conversava com um cliente e isso trouxe novos pontos de raciocínio para minha alimentar minha mente.
Eu acredito que tudo neste mundo se transforma, constantemente sofrendo modificações e recebendo informações que são fundamentais em todo processo, por isso, arquitetar os filtros para receber as informações e buscar conhecimento para entender e saber como utilizá-la da melhor maneira possível dentro de um contexto pessoal, na minha opinião, é algo até mais importante do que consumir os próprios conteúdos. 
É a velha história da mochila, você só coloca aquilo que lhe serve.
Eu tenho um hábito de categorizar e priorizar tipos de conhecimento, por exemplo, minha atuação como diretor de projetos na Colorbrand é o que garante que eu consiga continuar caminhando com qualidade de vida para os destinos que escolho experienciar, portanto, os conhecimentos que agregam valor ao meu trabalho, que me ajudam a organizar com mais funcionalidade e me colocam em estado evolutivo, são sempre considerados prioridade.
Em contra partida, existem as coisas que quero simplesmente conhecer melhor, como os mistérios da vida, embora seja um assunto bastante presente em meus discursos, diálogos e tenha um peso de inspiração realmente considerável em todas minhas ações, já que busco sincronicidade entre o que falo, penso e faço (buscar não significa estar em plenitude, significa tentativa, erro e aprendizado), as vezes escolho gastar energia e tempo aprofundando em outros pontos e consumindo menos conteúdos relacionados a isso.
É a velha história do foco, não tem a ver com as coisas que você diz sim, mas com as coisas que você diz não para dar lugar as outras.
Estamos em uma realidade digital onde a cada rolagem recebemos muita informação, mestres especialistas de como ganhar dinheiro, doutores da comunicação, engenheiros do futuro entre outros profissionais do mercado da informação. Portanto, os filtros devem estar em modo on em nossa mente, para que não percamos o foco e consigamos prosseguir caminhando e absorvendo.
Entender quais os nossos valores e principalmente por que estamos fazendo o que fazemos, ou seja, seu propósito ou como traduziu o incrível Fred Gelli, CEO da Tátil Design (uma de minhas grandes inspirações), o seu lugar de potência máxima, é o primeiro passo para criar seus filtros. Assim você terá discernimento daquilo que lhe é conveniente e aquilo que só vai te fazer perder tempo, existem atalhos e desvios, depende de você escolher os seus caminhos.
Inspirar-se não significa copiar, se não tiver a sua verdade embutida, você é só mais uma máquina de xerox com orgãos.
Permita-se entender qual é o seu propósito, conhecer seus valores e gerar conexão com as pessoas que precisam receber a informação que está dentro de você, inspire-se, mas acima de tudo, seja.



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