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Não negue o novo.

O mercado mudou, essa é uma frase muito falada ultimamente, e isso em todos os segmentos.

Gostando ou não, adeptos ou não, o novo chegou, uma aceleração considerável se deu nos últimos dois anos no mercado digital, mas de fato era algo que já ia acontecer, a pandemia foi só um gigantesco catalisador.

Algumas empresas aceitaram, outras continuam se negando. Cada um com seus motivos, e como tudo a “modernização”, a “era digital” tem seus dois lados, bom e ruim. Uma nova necessidade é estar presente nas redes sociais.

Eu sei que hoje a internet tá cheia de gurus e isso acaba estressando, todo mundo quer te ensinar como fazer. Mas o ponto é que existem formas, e às vezes o que você tá vendo não te agrada, mas é possível estar ativo sem por exemplo precisar mostrar sua vida o tempo todo.

Você só precisa encontrar algo que seja eficiente para sua demanda, mas ignorar você não pode.

O fato é que, as coisas mudaram, e as empresas precisam encontrar formas de estar presente nesse mundo digital, de mostrar o que fazem e como, de uma forma que faça sentido com a marca.

Negar isso, e usar aquela história “na minha época, era x, y”, e querer continuar fazendo, é “dar murro em ponta de faca”.

A forma de comprar mudou, porque a geração mudou. Não tem como querer vender como era antigamente, se as pessoas não são as mesmas.

Hoje a mudança é em relação ao mundo digital, amanhã pode ser outra coisa e assim por diante, sempre haverá algo novo, uma necessidade, e não podemos virar as costas pra isso.

Eu sei que falando parece que é exagero, mas só pra ilustrar, vou colocar aqui algumas empresas que se recusaram a inovar, o que aconteceu com elas.

KODAK

Na década de 1970, a Kodak chegou a ser dona de 80% da venda das câmeras e de 90% de filmes fotográficos. E na mesma década, ela mesma inventou o que ia falir a empresa: a câmera digital. E surpreendentemente, ela ainda foi quase líder neste mercado, quando começou a competir.

Eles poderiam ter ido ainda melhor se tivessem acordado lá atrás. O que aconteceu é que, prevendo que câmera digital iria prejudicar a venda de filmes, eles engavetaram a tecnologia. Duas décadas depois, as câmeras digitais apareceram com força e quebraram a Kodak. Ela até tentou sobreviver, lançou câmeras digitais, mas seu nome não era mais sinônimo de fotografia como tinha sido décadas atrás. Faliu em 2012 e acabou com uma marca famosíssima, que, embora esteja de volta nos dias de hoje com algumas iniciativas interessantes, não é mais a mesma.

É muito importante lembrar que as empresas que quebraram a Kodak tiveram uma série de problemas na frente. O caso mais interessante talvez seja da GoPro, que é extremamente focada em hardware de captação de imagens. Como o celular passou a fazer esse tipo de trabalho, esse tipo de companhia também passou a ter problemas, demitindo centenas de funcionários recentemente. Ou seja, não basta inovar uma vez: precisa também seguir a inovação.

BLOCKBUSTER

Esse é um dos casos mais famosos das últimas décadas. Quem não tem memórias de ir até uma “locadora” para alugar alguns filmes? Bom. Essa era já morreu e levou a maior franquia desse segmento junto com ela. A Blockbuster era uma companhia gigante e com uma grande clientela fiel. E mesmo assim, morreu em pouquíssimos anos, quase de maneira surreal.

As pessoas deixaram de alugar DVDs para assistir através de serviço de streaming em demanda, como Netflix e Amazon Prime Video (e aqui no Brasil ainda teve a crueldade da pirataria para completar). Para piorar: a companhia teve a oportunidade de comprar a Netflix em 2000 e não comprou – resolveu focar as forças em ser a melhor varejista possível, o que acabou indo por terra quando as pessoas deixaram de visitar suas lojas para alugar DVD. Tudo bem, na época a Netflix era só um serviço de DELIVERY de DVD. A empresa faliu em 2013, depois de patinar por anos. É ainda mais doloroso saber que ela teve a faca e o queijo na mão, mas tomou as decisões erradas.

Atualmente, só sobrou uma Blockbuster aberta em todo o mundo – na cidade de Bent, estado americano do Oregon. Ela continua aberta por dois motivos: a) saudosistas da região vão para lá, além de muitos turistas e b) o dono não paga aluguel no terreno da loja. Ou seja, isso atesta que o modelo de negócios da empresa ruiu completamente, dando lugar a outra coisa nova e melhor.

Viu?

Como isso é sério, não dá pra bater de frente com as novidades do mercado, uma hora ele te engoli.

Quem diria que essas e outras empresas iriam fechar? Ninguém.

Mas esse é outro ponto que devemos considerar, estar bem hoje não é garantia de estar bem sempre. Por isso não podemos parar de inovar, mudar aqui ali, estar atento.

Guarde esses exemplos e não ignore o novo!

Exemplos retirados do site: https://app.startse.com/artigos/7-empresas-gigantes-que-morreram-nos-ultimos-anos-por-nao-inovar

Colornews.

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